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  <title>hysterical and useless and let down</title>
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  <description>hysterical and useless and let down - LiveJournal.com</description>
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    <title>hysterical and useless and let down</title>
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  <pubDate>Fri, 06 Feb 2009 14:47:23 GMT</pubDate>
  <title>areia,</title>
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  <description>na areia foi que se encontraram pela primeira vez, passando por maus-bocados , os dois, molhados de chuva. ela olha pra ele do tipo &quot;não tem muito mais o que fazer, certo?&quot;. ele responde chutando um morrinho de areia, querendo dizer que &quot;não, não tem muito mais o que fazer&quot;. o mar é cinza, assim como a camiseta que ela usa, sem saber direito porque a comprou. estavam longe de casa e de qualquer forma não era pra casa que eles queriam ir. ela estragando as unhas recém feitas na areia grossa. ele estragando os planos dos pais de que seria um grande advogado. lentamente.&lt;br /&gt;de férias, os dois. estava aí mais uma das semelhanças que continuariam a descobrir até o dia que seu casamento de 18 anos acabaria com um abrupto &quot;é tudo culpa sua&quot; na mesa do jantar, os filhos ao lado.&lt;br /&gt;&quot;você é daqui?&quot; a resposta era óbvia &quot;não, e você?&quot; a resposta era óbvia &quot;também não&quot;. estavam juntos.</description>
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  <lj:music>bon iver creature fear</lj:music>
  <media:title type="plain">bon iver creature fear</media:title>
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  <pubDate>Fri, 11 Apr 2008 19:46:27 GMT</pubDate>
  <title>vinte e sete beijos</title>
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  <description>um...&lt;br /&gt;Dois....&lt;br /&gt;.três.&lt;br /&gt;quatro.&lt;br /&gt;..cinco.&lt;br /&gt;se..is.&lt;br /&gt;sete..&lt;br /&gt;....oito.&lt;br /&gt;nove&lt;br /&gt;dez&lt;br /&gt;onze!&lt;br /&gt;.doze....&lt;br /&gt;treze!&lt;br /&gt;catorze..........&lt;br /&gt;quinze&lt;br /&gt;dezesseis&lt;br /&gt;dezes..sete&lt;br /&gt;..dezoito&lt;br /&gt;....dezenove&lt;br /&gt;vinte.&lt;br /&gt;vinte.eum&lt;br /&gt;..vinteedo..is&lt;br /&gt;!vintee tres.&lt;br /&gt;vinte e quatro......&lt;br /&gt;..vinte ecinco!&lt;br /&gt;vinte e sei.s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vinte e sete beijos e eu sei o porquê.</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Mar 2008 15:02:32 GMT</pubDate>
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  <description>o mundo das pessoas reais me atinge com um certo pragmatismo&lt;br /&gt;que me é inevitável e por isso&lt;br /&gt;viciante&lt;br /&gt;e vicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma gula de pessoas reais&lt;br /&gt;uma gula de adjetivos&lt;br /&gt;a saciedade infinita que só uma fé&lt;br /&gt;infinita&lt;br /&gt;saberá pôr fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;::gui</description>
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  <pubDate>Sun, 09 Mar 2008 20:48:11 GMT</pubDate>
  <title>ao seu lado</title>
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  <description>ao seu lado&lt;br /&gt;ao seu lado&lt;br /&gt;ao seu lado ao seu lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sendo que as coisas estão infinitamente cortadas pela metade&lt;br /&gt;e cortadas pelas metades&lt;br /&gt;e infinitamente por elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;::gui</description>
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  <pubDate>Wed, 24 Oct 2007 12:07:15 GMT</pubDate>
  <title>que já não há,</title>
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  <description>mas a mim, o que me toca?&lt;br /&gt;as aparências que me chegam através dos olhos&lt;br /&gt;e elas são as aparências do que me toca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no meu leito me recolho,&lt;br /&gt;com meus braços à minha volta e os seus&lt;br /&gt;braços à minha volta,&lt;br /&gt;eu não sei se me encolho, ou se me olho.&lt;br /&gt;na madrugada e na mina,&lt;br /&gt;eu busco.&lt;br /&gt;teu colo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não há como ser puro, pois veja a minha família.&lt;br /&gt;é com isso que estou sujando a minha pureza,&lt;br /&gt;que já não há,&lt;br /&gt;mas eu sei que ela sabe, que ela profundamente&lt;br /&gt;conhece,&lt;br /&gt;e isso basta.&lt;br /&gt;e isso sabe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um nome de estranha leveza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;::gui</description>
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  <pubDate>Tue, 16 Oct 2007 20:01:14 GMT</pubDate>
  <title>422</title>
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  <description>nessa hora é complicado dizer&lt;br /&gt;qualquer coisa.&lt;br /&gt;sentei ao seu lado e segurando sua mão&lt;br /&gt;não disse nada,&lt;br /&gt;querendo dizer que estava ali&lt;br /&gt;qualquer coisa&lt;br /&gt;e querendo dizer que era seu&lt;br /&gt;inevitavelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma ou duas vezes&lt;br /&gt;ou tres ou nunca mais?&lt;br /&gt;até quando e&lt;br /&gt;por favor não vá embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;::gui</description>
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  <lj:music>men&apos;s needs</lj:music>
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  <pubDate>Mon, 23 Jul 2007 19:21:03 GMT</pubDate>
  <title>before you arrive. no lies. just love. like snow. like cold.</title>
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  <description>e como saber?&lt;br /&gt;não há mais coisas que eu possa contar. todas elas estão aqui. uma duas tres quatro cinco seis o que? todas elas. como se não houvesse mais espaço ou como se não tivessem opção, todas as coisas se empilharam nesse canto, de uma hora para a outra. e como saber agora o que é meu, e o que é delas? e o que são, já que seus nomes também se empilharam nesse canto?&lt;br /&gt;percebe?&lt;br /&gt;como as coisas aqui empilhadas (você, você as empilhou e amontoou e amaldiçoou o nome de seu pai e a sua casa) se perderam dentro delas mesmas quando perderam seus nomes? somente assim, as coisas atingiram seu estado de empilhamento, que é o que se não ser menos só e ser mais todo. ou mais todos. não sei, mas você percebe? o que é o mesmo que perguntar se não percebe.&lt;br /&gt;esse é o nome.&lt;br /&gt;toda percepção das coisas empilhadas se manifesta para todos. veja, esse é o nome do nome das coisas empilhadas: veja, esse é o nome das coisas empilhadas: um nome de 14 letras, um nome impronunciável. e esse é o nome de todas as coisas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;::gui</description>
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  <lj:music>bright eyes</lj:music>
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  <pubDate>Wed, 27 Sep 2006 00:25:31 GMT</pubDate>
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  <description>and so on. and so on.&lt;br /&gt;and butterflies in the stomach. and tomorrow will be a better day.&lt;br /&gt;and with the headlights on our eyes. and someone sings &quot;dum-dada-dum-dada-da&quot;.&lt;br /&gt;and solid. and solitude.&lt;br /&gt;and white. and motion.&lt;br /&gt;and the things we have never seen we&apos;ll see. and never coming never ending ever lasting.&lt;br /&gt;and disapointment. and fabric friction.&lt;br /&gt;and she told me so. and she says she will.&lt;br /&gt;and in. and out.&lt;br /&gt;and breathe in. and so on.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e então. e mais.&lt;br /&gt;e frio na barriga. e amanhã será um novo dia.&lt;br /&gt;e faróis apontam para nossos olhos. e alguém canta &quot;la-rara-la-rara-lala&quot;&lt;br /&gt;e sólido. e só.&lt;br /&gt;e branco. e move-se.&lt;br /&gt;e as coisas que nunca vimos as veremos. e nunca mais nunca sido para sempre.&lt;br /&gt;e decepção. e fricção&lt;br /&gt;e ela disse que sim. e ela disse que irá.&lt;br /&gt;e dentro. e fora.&lt;br /&gt;e inspira. e então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>cygnus vismund cygnus - mars volta</lj:music>
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  <lj:mood>happy</lj:mood>
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  <pubDate>Wed, 13 Sep 2006 03:19:55 GMT</pubDate>
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  <description>determinação e gandeza para meus passos.&lt;br /&gt;absoluta e total complacência para meus movimentos.&lt;br /&gt;lentidão e azul para o que eu disser.&lt;br /&gt;tempo e medida para as coisas que eu tomo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>todo lo que tengo</lj:music>
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  <pubDate>Tue, 05 Sep 2006 18:56:22 GMT</pubDate>
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  <description>can you really tell when enough is enough&lt;br /&gt;can you really stop acting like you dont care&lt;br /&gt;when you really have had enough&lt;br /&gt;it doesn&apos;t get any lower than that&lt;br /&gt;and this is what i am and still am after all these tries.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a luz me impede de enxergar o caminho a frente&lt;br /&gt;ouça os sons da luz invadindo esse pedaço de caminho&lt;br /&gt;ouça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;falta-me somente a oportunidade de lançar me no tempo como quem se joga de um prédio. correr no tempo em círculos, se quisesse,&lt;br /&gt;apostar uma corrida com a criança que eu fui , e perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lights are blinding the way home&lt;br /&gt;cause its so clear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>so alive - ryan adams</lj:music>
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  <pubDate>Thu, 20 Apr 2006 01:40:47 GMT</pubDate>
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  <description>you make me want to:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;settle new boundaries&lt;br /&gt;drive a motorcycle for a whole day&lt;br /&gt;read a book from the end to the beggining&lt;br /&gt;hide the keys to a strangers car&lt;br /&gt;paint the walls on my bedroom&lt;br /&gt;make a movie that will look somewhat like this&lt;br /&gt;stand alone in a big big room and know you&apos;re there hiding somewhere&lt;br /&gt;make new music as i say the words i am saying&lt;br /&gt;try to like horses&lt;br /&gt;stop crying when i hear this song&lt;br /&gt;touch your body and let you know that you mean something physically&lt;br /&gt;have you to understand you&apos;re all of this things you have no idea you are&lt;br /&gt;act like nobody&apos;s watching&lt;br /&gt;go under my way for you&lt;br /&gt;shred paper with something really nice written on and then regret&lt;br /&gt;tear an old picture and then regret&lt;br /&gt;reach for a leaf and not touch it&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas tem mais coisas. e tem mais coisas depois disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:mood>accomplished</lj:mood>
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  <pubDate>Tue, 11 Apr 2006 02:59:41 GMT</pubDate>
  <title>i am the conscience clear in pain or ecstasy</title>
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  <description>no one could tell by the way he had  combed his hair that was the final day for michel. there was still something in his eyes which told everybody this is how i live this is what i do, but that was indeed his last day. let the records show that michel himself had no idea of the series of happenings that would take place during that day and that would lead to his tragic suicide by the end of the same night. we can say michel is a pretty guy.&lt;br /&gt;(você consegue)&lt;br /&gt;there was a smile upon his face and everybody thought that was just michel being lame again, but then he suddenly had a reason, i am going to buy a cat. he told himself there is no way i can not have a cat, and that&apos;s just one of those decisions a guy makes, and he was this kind of guy, he made decisions.&lt;br /&gt;(isso está me matando)&lt;br /&gt;this morning is the morning michel will wake up for the last time. quiet, he just opened his eyes, he must not be disturbed. michel gets up and he has nothing on, he&apos;s naked and we won&apos;t look now, though we should. michel was getting naked all the time, michel was a male prostitute, michel was a bitch, michel was a whore, michel is a fucking dirty bitch, but we won&apos;t look.&lt;br /&gt;(isso está desabando)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________t.k.c.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(work in progress)</description>
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  <lj:music>love me please love me</lj:music>
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  <pubDate>Thu, 06 Apr 2006 18:43:34 GMT</pubDate>
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  <description>lista (incompleta) de músicas que me fazem querer fazer música&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;steady as she goes - the raconteurs&lt;br /&gt;denail twist - the white stripes&lt;br /&gt;staring at the sun - tv on the radio&lt;br /&gt;pump it - the black eyed peas&lt;br /&gt;maps - the yeah yeah yeahs&lt;br /&gt;when the sun goes down - the arctic monkeys&lt;br /&gt;i&apos;m sleeping in a submarine - the arcade fire&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas tem muitas outras coisas. e tem muitas outras músicas.&lt;br /&gt;e tem outras coisas que eu queria escrever também.&lt;br /&gt;mas depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>steady as she goes</lj:music>
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  <pubDate>Wed, 05 Apr 2006 03:02:53 GMT</pubDate>
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  <description>it&apos;s time to rebuild. once again i do not speak of myself, &lt;br /&gt;worthless worthless dresses invade the way, can i speak for myself one time only ?&lt;br /&gt;no use for your violent fits, please stop talking, you&apos;re making yourself show&lt;br /&gt;there&apos;s visitors coming from all over to see you, don&apos;t you know&lt;br /&gt;since you saved yourself from licking poison off the ground&lt;br /&gt;saved your neck from not making sounds&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;and its the sounds you make&lt;br /&gt;and its the path you see&lt;br /&gt;and there&apos;s no evil that you&apos;ll show in your expressions&lt;br /&gt;you won&apos;t make a big impression on me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;it&apos;s time for steady dates, and i am talking about you&lt;br /&gt;let me finish my lousy sentences, cause you&apos;re being ignored&lt;br /&gt;your&apos;e being bad bad bad bad bad bad&lt;br /&gt;i said no interruptions this time, i&apos;ll make you listen,&lt;br /&gt;will you say it like your fourteen, cause i may have to rename&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;maybe i&apos;m just lucky&lt;br /&gt;maybe i&apos;m just eager&lt;br /&gt;maybe you just can&apos;t see what i&apos;m sayin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;but its the sounds you make&lt;br /&gt;but its the path you see&lt;br /&gt;cause there&apos;s no evil that you&apos;ll show in your expressions&lt;br /&gt;you won&apos;t make a big impression on me&lt;br /&gt;you won&apos;t make a huge impression on me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>non-zero possibility</lj:music>
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  <lj:mood>thisty and you know it</lj:mood>
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  <pubDate>Fri, 24 Mar 2006 03:22:49 GMT</pubDate>
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  <description>não dá pra entender.&lt;br /&gt;começa por toda essa coisa de entender e de conhecer. eu queria conhecer as coisas melhor. ter visões das coisas como elas são, mas eu nem sei se tem uma visão das coisas como elas são mesmo. she saw my comeover she had problems with drinking milk and being school tardy.  como proceder para encontrar uma pessoa. você começa assim, olhe fixamente para ela por uns bons dois dias. e isso de olhar é complicado. abre outra gaveta. como proceder para olhar para uma pessoa. esse é um exercício da visão. comece por pensar na pessoa como corpo no espaço e tente entender a evolução desse corpo no espaço por algum tempo. um corpo no espaço constrói um discurso no espaço. o movimento é importante. pescoçopernasmãosbraçosolhoscomomovimentarseuscabeloslábiospunhos. se você tiver a oprotunidade de ver esse mesmo corpo se chocando com outro corpo, esse é o momento crucial. você deve poder observar também que um rosto é uma composição de matéria muito complicada. e toda essa complicação da miséria matérica me atrai. você continua olhando para a pessoa, mas é importante que não seja por muito tempo. esses exercícios de visão não devem durar mais tempo do que você demoraria para dizer a primeira palavra que vem a sua mente quando eu digo :&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.fortesvilaca.com.br/expo/image/map01.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>hoppipolla - sigur rós</lj:music>
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  <pubDate>Sat, 11 Mar 2006 04:46:00 GMT</pubDate>
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  <description>i want to read this to you so you can see what i mean, because i don&apos;t think it&apos;s still clear, so listen to me as though as if you&apos;re hearing the words of yourmotherapriestthemostbeautifulsunsetyou&apos;veeverseenyourfirstdayatschoolyourdeathbed - this shouldn&apos;t hurt so much, but i guess i&apos;ve just stood for too long, but i&apos;d be the happiest man on earth if you told me to stand by you for the rest of your life or mine.&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://sp9.fotologs.net/photo/41/25/19/dias__contados/1142052262_f.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>what can i do - antony and the johnsons</lj:music>
  <media:title type="plain">what can i do - antony and the johnsons</media:title>
  <lj:mood>confused</lj:mood>
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  <pubDate>Mon, 06 Mar 2006 18:23:31 GMT</pubDate>
  <title>quietly pour out like light like light, like answering the sun</title>
  <link>http://frogblenders.livejournal.com/4852.html</link>
  <description>i wish i could be as awake as a new person who&apos;s born. i wish i could be a whole new person being born right now, and do it all just exactly the same. i would be me, by other means and that&apos;s just what i want. as if i was never born and was being born right now, for there can not be a person born twice, every person is a new beginning for me. you are the bearer of my innocence, because i gave it to you. you have my innocence given to you, it is in your hands and you can hold it whatever way you want it to. there is just a secret i want you to hear, and i&apos;ll whisper it with my body. you will understand with your body when you are mine, and that may take you long but i just want you to know this.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>staring at the sun - tv on the radio</lj:music>
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  <lj:mood>restless</lj:mood>
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  <pubDate>Mon, 19 Dec 2005 15:57:11 GMT</pubDate>
  <link>http://frogblenders.livejournal.com/4586.html</link>
  <description>get up off of it. &lt;div&gt;&lt;br class=&quot;khtml-block-placeholder&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não há mais o que dizer, quando eu sei das coisas que você disse parece que eu tinha ficado do seu lado uma vida toda, não a sua vida toda, ou a minha vida toda, mas uma vida que já foi e foi completa. eu tenho certeza de todas as coisas que eu falo, e de todas as coisas que eu sou. uma das coisas que eu não sou é insensível, e a possibilidade desse julgamento me apavora - foi disso que me chamaram dias atrás - sem que eu saiba exatamente o porquê, se essa confiança absoluta em mim, finalmente é relativizada. como pode alguém relativizar uma segurança, eu não sei fazer isso. ou mesmo faço sem saber. o que você acha?
continuo me perguntando o que é que não me deixa seguir um caminho menos sinuoso, ou seguir um caminho traçado por alguém : os meus caminhos faço-os eu, e é aí que eu começo a ganhar as minhas asas. ainda se eu tivesse um guia, uma presença estranha que eu soubesse seguir, mas as minhas asas me pesam mais que meu corpo, mais que minha alma - alma ? - e sem elas não posso caminhar, por assim dizer. e é como um incêndio, é como um incêndio receber essas asas estranhas.
eu queria ter a visão do amor como o antony teve, mas eu acho que vai ser difícil. não sei se eu quero ir lá. frankenstein, ouça.
não há nada escondido no amor e esse é o seu maior problema. você espera ansiosamente a redenção suprema, o anúncio pelas forças maiores, você espera. e no final você ganha caixas de chocolate, um livro, um abraço apertado, noites de sexo. o amor está aí, pra quem quiser ver. o problema é que a gente espera demais. é dessa cultura da fragilidade que você fala que eu queria falar. e da delicadeza também. é aí que está toda a subjetividade possível. é muito fácil amar, porque já aprendemos. difícil mesmo é a delicadeza. você sabe que você tem isso. sair pelas portas do fundo sem fazer barulho. só não o faça por favor, eu peço. queria aprender a ser delicado como certas pessoas. entender que delicadeza aproxima-se muito de delícia. e deleite. e desejo, por conseqüência. eu tenho que saber qual é o deleite nas coisas mais pequensas, e nas grandes coisas, como o amor mesmo. não consigo enxergar o deleite do amor, ele me parece tão longe. a delícia do amor se esconde por trás da dura carapaça de flores e outras coisas terrenamente belas. a delícia do amor está no núcleo, no núcleo distante e atômico do amor mesmo. vou achar esse núcleo nem que isso me custe comprar flores, jogá-las no lixo, escrever poesia, jogá-las no lixo, pintar uma paisagem, jogá-la no lixo. as coisas precisam ser descartadas para chegar ao seu núcleo.&lt;div&gt;eu quero chegar nesse núcleo. terei que descartar-me ?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br class=&quot;khtml-block-placeholder&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;com amor,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br class=&quot;khtml-block-placeholder&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;guilherme ávila&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <lj:music>frankenstein-antony and the johnsons</lj:music>
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  <pubDate>Tue, 21 Jun 2005 15:02:56 GMT</pubDate>
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  <description>as palavras que você empresta não são suas. é preciso dizer amém para certas coisas, quando as pessoas já não dizem nada. como ser menos leve e mais triste? é preciso uma tristeza somente dada aos pássaros, uma tristeza que só tem quem bata suas asas em pesar de saber que voa. mas os pássaros não o sabem.&lt;br /&gt;seja o meu beijo, seja minha garota para quando eu quiser, e esse mundo poderá perder-se, esse mundo estará perdido se eu tiver a delicadeza de algumas pessoas. e há pessoas com essa delicadeza, se você me perguntar. não há quem não tenha essa delicadeza. não há mais o que dar às pessoas que a possuem, pois elas são completas como pessoas delicadas. elas são delicadascomo pessoas completas, e uma coisa só pode acontecer com a outra.&lt;br /&gt;refazer um céu inteiro é trabalho de olhos e olhos em pares. só dois olhos não bastam ao céu, é preciso que mais dois estejam ali, e ao olhar o céu veja nele seu reflexo, pois é isso que somos, reflexo do que vemos, como um olhar distorcido, como uma manhã enevoada de palavras que não são minhas. ninhos.&lt;br /&gt;a informação de todas as coisas passa por mim. uma música parada é um silêncio, assim como uma pessoa parada é um silêncio e é daí que nunca estou em silêncio, mesmo quando a minha voz não alcança o que se chama som, o que se chama dizer, mas nunca estou em silêncio, pois que nunca estou sozinho. nunca estou sozinho, sempre eles atrás de mim e à minha frente.  preocupo-me com esse tempo, esse tempo, esse, em que não há o que dizer, mas meu silêncio grita como quarenta e sete cachorros nascendo junto da manhã, como todos os cachorros do mundo nascessem juntos e com a manhã em seus rabos. seria os cachorros se pudesse, assim, nasceria gritando um grito de clemência e não de dor de humano que me dói infinitamente mais , que me dói como se fosse a todos os outros este cachorro, esse grande monstro triste que sou dentro de mim e dos outros.&lt;br /&gt;they like it when we just don&apos;t care.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>judy and the dream of horses</lj:music>
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  <pubDate>Sun, 01 May 2005 22:09:30 GMT</pubDate>
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  <description>eu quero me tornar algo maior que minha presença. já disseram isso. &quot;bigger than my body&quot;, mas eu não tinha notado a densidade das coisas que não estão ao meu alcance.&lt;br /&gt;eu quero achar onde está essa linha que me foge ao controle, eu quero achar essa linha que sai de mim e adentra outros corpos, dois corpos no mesmo espaço. essa linha que une o que eu digo ao que ouvem todos os outros. há uma urgência em tudo isso, mas essa urgência também é enlaçada nessa linha que eu não vejo, e por isso ela me foge conforme ando sobre meus pés e minhas estradas para alcançá-la.&lt;br /&gt;eu tenho tudo isso dentro de uma caixa de música, uma caixa de música, que idéia. essa caixa de música toca uma melodia que eu não canso de escutar mas que aos outros é inaudível, é incompreensível, é uma música que incomoda, essa música e tudo mais nela. a música que há em frases como essa. a música que há em frases como essas. eu quero ter capacidade para essa frase, no sentido de que agora já não há mais nada que eu possa dizer para que a caixa de música rode, engrenagens óleos ritmo melodia caixa frases estradas e pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>where is the line</lj:music>
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  <pubDate>Wed, 13 Apr 2005 13:51:58 GMT</pubDate>
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  <description>desistindo da música.&lt;br /&gt;devo desistir de tudo que há na música  e me livrar de vez dela, pois nunca chegarei aos seus pés.&lt;br /&gt;sei que devo desistir de tudo que há na música.&lt;br /&gt;agora só posso ouvir silêncios e silêncios. só posso ouvir o que não me compreende, nem me pertence, pois só assim posso ser aquilo que me compreende e aquilo que possuo.&lt;br /&gt;aquilo que possuo é minha voz e meus pensamentos e minha fome.&lt;br /&gt;não quero fazer tocar telefones, quero que o dia em que os telefones toquem nenhum seja em meu favor ou contra mim. quero uma existencia despida de ser qualquer coisa maior do que ser para mim e para quem amo.&lt;br /&gt;não quero também relógios me dizendo o tempo, que o tempo corrói tudo. o tempo corrói tudo.&lt;br /&gt;e a música não é minha. a música não sou eu. a música não pode ser minha e nem eu poderei ser dela. há coisas que não existem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>canon e gigue in d minor - pachelbel</lj:music>
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  <pubDate>Wed, 02 Mar 2005 12:06:46 GMT</pubDate>
  <title>frm fx</title>
  <link>http://frogblenders.livejournal.com/3508.html</link>
  <description>sempre que há um novo começo, há um novo final. o meu novo final começa agora.&lt;br /&gt;forma fixa.&lt;br /&gt;eu quero usar todo esse azul que me cerca para coisas maiores. todo esse azul quer me dizer algo, mas nem sempre ele consegue transparecer o que é ser tudo isso. o azul divide dois mundos. existem dois mundos dentro dele e fora dele.&lt;br /&gt;pesquisa rápida: porque todo o azul é infinitamente belo e correto ? o que é belo e correto e bom é meu.&lt;br /&gt;todas as coisas são pra mim o que eu sou para mim mesmo, existe um pulsar nisso tudo que eu consigo perceber, eu consigo enxergar, mas nessa forma fixa, nessa forma, fixa, fixa, eu não posso. eu não posso pensar em qualquer coisa maior que uma supernova. eu não posso pensar em nada menor do que essa lente pela qual vejo meu mundo. esse branco e preto quer me dizer algo, quer me dizer qualquer coisa que eu não entendo, porque aqui tudo é preto e branco, isso é antes de eu existir.&lt;br /&gt;essa lente sou eu, forma fixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>gente besta falando do meu lado</lj:music>
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  <pubDate>Tue, 01 Mar 2005 20:48:29 GMT</pubDate>
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  <description>ritmo. começando.&lt;br /&gt;umdoistres. é difícil acompanhar a sua dança pelo salão. estamos sozinhos, eu sei, mas me perco. um salão redondo e pessoas vazias ao meu lado dançam danças quadradas. eu queria saber dançar uma coisa redonda, mas danço como elas, na superfície. eu queria dançar uma imersão no ar, mas é difícil. você dança pelo salão e imerge nele, imersa nele, por isso é difícil acompanhar.umdoistres. as cinzas do que é dançar se espalham pelo salão e cobrem os que não entendem, e eles não percebem. eu beijo o chão umaduastres vezes até beijar seus pés, como deveria. a sombra dos seus pés me perseguem e eu não consigo alcançá-las, sempre atrás de mim, as sombras, as sombras, sombras, do seu pé me perseguem e eu não consigo alcançá-las, num gesto parecido com um abraço no vazio ou lançar-se de minha janela. eu queria ser a companhia da sua mão e estar onde ela estivesse, mas nessa dança o salão é seu e nada disso me pertence como eu gostaria, como eu gostaria, como eu. eu gostaria de pertencer a essa dança que você faz, e só você faz com uma facilidade que parece natural pendurar-se de abismos invisíveis e soltar-se, e soltar-se numa imensidão vazia, uma imensidão do seu vestido, uma imensidão do seu cabelo, uma imensidão fresca e fina que eu queria poder morder, mas não posso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>b&amp;s</lj:music>
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  <pubDate>Thu, 24 Feb 2005 20:50:07 GMT</pubDate>
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  <description>compartilhamos a mesma pele a partir de hoje. nada mais é único e exclusivo, tudo é comum e eu quero ver atrás disso. atrás da pele das coisas que nós somos juntos. um grande e triste monstro. quebra-cabeças de duas imagens, fundimos nossos corpos num só, uma realidade que não pertence a ninguém. o impossível me alcança e alcança meu corpo com a velocidade de um passo em falso que dei antes de ser quem sou. o passo em falso me leva ao grande e triste monstro. no escuro eu vejo dois, três, oito nós na mesma corda, uma corda em que não faz sentido segurar-se, e a corda prende-se a si mesma, como a coisa comendo o próprio rabo, o lobo do lobo, o lobo do homem, o lobo do monstro. nós somos um grande e triste monstro. duas bocas, dois narizes, quatro olhos, um novo pulmão de aço, um coração. como fazer seu monstro. isso é tudo que você precisa saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________t.k.c.</description>
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  <lj:music>sunday morning</lj:music>
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  <pubDate>Wed, 16 Feb 2005 00:10:02 GMT</pubDate>
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  <description>Esses 4 versos escrevi&lt;br /&gt;com medo de que&lt;br /&gt;nunca fosse&lt;br /&gt;terminá-los.&lt;br /&gt;Mas há vezes em&lt;br /&gt;que me excedo, e &lt;br /&gt;não posso culpar-me.&lt;br /&gt;Só ele me faz escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________t.k.c.</description>
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